27.07.20
[115] O Doido e a Morte, de Raul Brandão
polosul
A peça de teatro de R. Brandão é coisa pouca, umas quantas dezenas de páginas, proporciona o aquecimento para ascender às obras de maior fôlego, ao Húmus, às Memórias. Uma das personagens, vai advertindo: "Morrer é uma coisa muito séria, é um acto que importa certa preparação." (p. 21) E nós ali, a procurar decifrar aqueles caminhos de literato, até que ele diz, como quem não quer a coisa: "O que lá está, em regra, não presta para nada; o que cada um de nós constrói (...)